mia-japanese-korean:

Owl, Ohara Shōson, c. 1928-1930, Minneapolis Institute of Art: Japanese and Korean Art


On back: Made in Japan No. 20. Later edition printed c. 1928-1930.
Size: 9 ¼ × 9 13/16 in. (23.5 × 25 cm) (image)
Medium: Woodblock print; ink and color on paper

https://collections.artsmia.org/art/91660/

De vez em quando, todos somos atacados por uma repentina vontade de preparar um prato japonês, não?
Desta vez, lembrando que havia um monte de ingredientes que estavam chegando perto da validade, resolvi fazer um prato de udon, tipo de ‘talharim’ japonês. Depois de uma rápida pesquisa na internet, achei uma foto de niku udon, ou seja, de carne. Como sempre, não me dei ao trabalho de pesquisar na internet a receita, pois quem precisa de receita para fazer um prato que provou uma vez há quinze anos?
Depois de juntar os ingredientes, me dei conta de que só tinha soba, algo próximo de espaguete de trigo sarraceno (tá, a comparação é ruim, mas uma aproximação válida). Tudo bem, soba então…
Preparo os ingredientes, faço o empratamento e percebo que faltou caldo. Rapidamente preparo um pouco de caldo, com um pouco do que foi usado para fazer alguns dos ingredientes. Ficou bom, mas um pouco (cinco vezes) mais denso do que devia.
Finalizo o prato, e minha esposa me diz: se soubesse que estava fazendo lamen de novo, ia querer uma porção.
Volto a olhar o prato.
Hmm…
Não é que ficou parecido com lamen mesmo?
Assim, batizo o prato Niku udon SQN (só que não)… (at Federal District)

De vez em quando, todos somos atacados por uma repentina vontade de preparar um prato japonês, não?
Desta vez, lembrando que havia um monte de ingredientes que estavam chegando perto da validade, resolvi fazer um prato de udon, tipo de ‘talharim’ japonês. Depois de uma rápida pesquisa na internet, achei uma foto de niku udon, ou seja, de carne. Como sempre, não me dei ao trabalho de pesquisar na internet a receita, pois quem precisa de receita para fazer um prato que provou uma vez há quinze anos?
Depois de juntar os ingredientes, me dei conta de que só tinha soba, algo próximo de espaguete de trigo sarraceno (tá, a comparação é ruim, mas uma aproximação válida). Tudo bem, soba então…
Preparo os ingredientes, faço o empratamento e percebo que faltou caldo. Rapidamente preparo um pouco de caldo, com um pouco do que foi usado para fazer alguns dos ingredientes. Ficou bom, mas um pouco (cinco vezes) mais denso do que devia.
Finalizo o prato, e minha esposa me diz: se soubesse que estava fazendo lamen de novo, ia querer uma porção.
Volto a olhar o prato.
Hmm…
Não é que ficou parecido com lamen mesmo?
Assim, batizo o prato Niku udon SQN (só que não)… (at Federal District)

De vez em quando, todos somos atacados por uma repentina vontade de preparar um prato japonês, não?
Desta vez, lembrando que havia um monte de ingredientes que estavam chegando perto da validade, resolvi fazer um prato de udon, tipo de ‘talharim’ japonês. Depois de uma rápida pesquisa na internet, achei uma foto de niku udon, ou seja, de carne. Como sempre, não me dei ao trabalho de pesquisar na internet a receita, pois quem precisa de receita para fazer um prato que provou uma vez há quinze anos?
Depois de juntar os ingredientes, me dei conta de que só tinha soba, algo próximo de espaguete de trigo sarraceno (tá, a comparação é ruim, mas uma aproximação válida). Tudo bem, soba então…
Preparo os ingredientes, faço o empratamento e percebo que faltou caldo. Rapidamente preparo um pouco de caldo, com um pouco do que foi usado para fazer alguns dos ingredientes. Ficou bom, mas um pouco (cinco vezes) mais denso do que devia.
Finalizo o prato, e minha esposa me diz: se soubesse que estava fazendo lamen de novo, ia querer uma porção.
Volto a olhar o prato.
Hmm…
Não é que ficou parecido com lamen mesmo?
Assim, batizo o prato Niku udon SQN (só que não)… (at Federal District)

Segunda tentativa de lamen caseiro. Desta vez ficou bem mais perto do esperado. Ovo temperado, folha de alga, ‘chashu’ de panceta de porco e fatias de broto de bambu. Se é para achar defeito, acho que ficou um pouco pesado, mas também não dá para ignorar que eu fui um pouco mais generoso do que devia na quantidade de fatias de chashu…
Estou satisfeito com o resultado, mas vai demorar um pouco até dar vontade de fazer outro… (at Brasília, Brazil)

Quando me dei conta, uma menina de bronze estava tentando pegar meu lanche…

Pássaros feitos de metal, eram bem pesados. Hmm, em inglês seria heavy metal birds?

Uma pausa para beber um cappuccino é um pequeno agrado a si mesmo. Com tantas coisas para fazer todos os dias, é fácil esquecer de dedicar dez minutos para desacelerar um pouco, e pensar nas coisas da vida.
Uma coisa que vem à mente nessas horas é o fato de que muitos cafés em Brasília não servem cappuccino verdadeiro, por ignorância ou por preguiça. O que normalmente servem é um preparado instantâneo sem graça e entupido de porcarias.
A receita de cappuccino é simples: uma dose de expresso, uma dose de leite fervido e uma dose de leite espumando no vapor, servidos nessa ordem. A arte com leite não é obrigatória, mas muito bem-vinda. Macchiato e latte são variantes com doses diferentes de leite.
O processo todo de preparo não deve levar cinco minutos e não demanda grande habilidade para fazer uma versão mais simples.
Sei que colocar pó instantâneo e jogar água quente é mais fácil e rápido, mas, como cliente, apreciaria muito mais se o barista encarregado pudesse dedicar uns minutinhos a mais para eu poder apreciar uma bebida de mais qualidade… (at Brasília, Brazil)

Passando por uma loja de brinquedos, percebi que estava sendo observado… (at Federal District)

Aquecedor de pés, modelo ecológico. (at Federal District)

O galho cortado, revisitado: duas semanas depois, os brotos cresceram bastante. (at Federal District)

Uma borboleta um pouco diferente veio nos visitar. Estendi a mão e ela pousou em minha palma para investigar. Aproveitei para tirar umas fotos. (at Federal District)

Nostalgia a 100%
Eu tinha um desses (talvez todo mundo tivesse na época), mas não lembro o nome… (at Federal District)